01 março 2005

Um pensamento para aquecer a alma...

nesta manhã de frio:

Nenhuma pessoa merece as tuas lágrimas e quem as merece nunca te fará chorar!!!

28 fevereiro 2005

Um pensamento para início de semana...

Maturidade

Maturidade é o poder de controlar a raiva e de resolver problemas sem violência e destruição. Maturidade é paciência. É disposição para abrir mão de um prazer imediato com vistas a uma vantagem a longo prazo. Maturidade é perseverança. É empenhar-se a fundo num trabalho, a despeito da oposição dos contratempos desmotivadores. Maturidade é abnegação. É atender às necessidades alheias. Maturidade é a capacidade de enfrentar o desagradável e a decepção, sem se tornar amargo. Maturidade é olhar o futuro aprendendo com o passado sem nunca perder a alegria de viver o presente.

25 fevereiro 2005

A gripe anda aí...

e eu faço aqui uma pequena homenagem a todos os homens que foram atacados por ela:


A gripe e os homens

Pachos na testa, terço na mão,
uma botija, chá de limão.
Zaragatoas, vinho com mel,
três aspirinas, creme na pele,
grito de medo, chamo a mulher,
Ai Maria que vou morrer.
Mede-me a febre, olha-me a goela,
cala os miúdos, fecha a janela,
não quero canja, nem a salada,
Ai Maria, Maria, não vales nada.
Se tu sonhasses como me sinto,
já vejo a morte nunca te minto,
já vejo o inferno, chamas, diabos,
anjos estranhos, cornos e rabos,
vejo demónios nas suas danças
tigres sem listras, bodes sem tranças
choros de coruja, risos de grilo
Ai Maria, Maria fica comigo.
Não é o pingo de uma torneira,
põe-me a Santinha à cabeceira,
compõe-me a colcha,
fala ao prior,
pousa o Jesus no cobertor.
Chama o Doutor, passa a chamada,
Ai Maria, Maria nem dás por nada.
Faz-me tisanas e pão de ló,
não te levantes que fico só,
aqui sózinho a apodrecer,
Ai Maria, Maria que vou morrer.


(ANTÓNIO LOBO ANTUNES)

( As melhoras a todos!)

24 fevereiro 2005

Hoje apetece-me filosofar...

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Aprendi que as pessoas mais queridas podem por vezes magoar-me. E talvez não me amem tanto o quanto eu gostaria, o que não significa que não me amem muito, talvez seja o máximo que conseguem.

O mais importante é o amor que lhes tenho e a forma como o consigo fazer sentir!

O mais sublime é que eu consigo fazer do amor um estandarte e levá-lo pela vida fora como uma marca que me identifica e que irá continuar depois de eu ter partido para sempre...

23 fevereiro 2005

O ar que respiramos mata!!!

Todos os anos morrem quatro mil portugueses, vítimas da poluição atmosférica. O alerta vem de um estudo da Comissão Europeia, que estima em mais de 300 mil o número de europeus que morrem prematuramente por ano, devido à má qualidade do ar que respiram. Portugal ocupa a 13.ª posição no ranking dos países da UE onde a situação é mais preocupante.
Segundo o relatório apresentado esta semana, a poluição é também responsável pela redução da esperança média de vida dos residentes dos estados-membros em cerca de nove meses. Os especialistas calculam ainda que essa mesma poluição obrigue todos os anos cada trabalhador da UE a ficar meio dia em casa, por baixa médica. Gastos em saúde que custam aos países cerca de 80 biliões de euros.
Na origem de 288 mil mortes prematuras está a inalação de partículas que resultam da queima de combustíveis fósseis. Mas não só. De acordo com o estudo, também os índices de concentração do ozono ao nível do solo contribuem para o problema, tirando a vida a 21 400 pessoas, todos os anos.
O país mais afectado pela poluição atmosférica é a Alemanha, onde morrem anualmente 65 088 pessoas devido ao problema. Seguem-se a Itália, com 39 436 vítimas mortais, e a França, com 36 868.

21 fevereiro 2005

Um pensamento para hoje...

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Não devemos acreditar na maioria que diz que apenas as pessoas livres podem ser educadas, mas sim acreditar nos filósofos que dizem que só as pessoas educadas são livres

18 fevereiro 2005

Finalmente a Campanha chega ao fim...


Termina hoje a campanha. O que percebemos é que os eleitores querem de novo mudar, mas não se entusiasmaram com o líder do PS para fazer uma absoluta mudança . Porque se trata de um delfim de Guterres, os mesmos eleitores hesitam entre a vontade clara de mudança e a desconfiança de uma aventura que passa por mais do mesmo.
Sócrates não convenceu. Merece a vitória por demérito de Santana, mas não merece o cheque em branco que o eleitorado passa aos grandes líderes. É até provável que, em S. Bento, Sócrates supere as expectativas, mas é com o coração nas mãos que os eleitores correm com Santana e lhe dão uma oportunidade.
A maioria que o líder do PS pede é uma soma de votos que ultrapassa a vontade de cada eleitor. Ainda assim, é possível que eleitores votem no PS para garantir a mudança e queiram a estabilidade de uma maioria. Como é possível que, mesmo querendo a mudança, não votem no PS, só para evitar absolutismos.
Dizem que Sócrates tem sorte. Até maiorias absolutas lhe podem cair do céu.
Eu no domingo, quando me dirigir para a Assembleia de voto da minha Freguesia irei a pensar nos pequenos partidos que nunca governaram e de quem os grandes lideres parecem ter medo.
Se eles nunca governaram e parece que andam a falar sózinhos no deserto, então como poderei responsabilizá-los pelo estado actual do País???

14 fevereiro 2005

Ofereço este pensamento aos nossos políticos em campanha eleitoral...

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"Discordo daquilo que dizes, mas defenderei até à morte o teu direito de o dizeres."

(Voltaire)

11 fevereiro 2005

A tristeza do Portugal profundo...

ou mais um contributo deste blogue para a campanha eleitoral!

Barrancos

"As pessoas estão tristes"

"As pessoas sentem-se tristes e abandonadas. Basta ver o estado das nossas estradas", diz António Gavino, à porta da Sociedade União, a colectividade dos barranquenses ricos, que rivaliza com a Sociedade Recreativa, fundada pelo pobres. Mesmo que o aspecto exterior dos edifícios indicie o contrário.
"É isso que explica que as pessoas não se interessem por política ou por campanhas. Com excepção, talvez, das autárquicas. Como se sentem abandonadas, ligam cada vez menos. Mas fazem mal. Os políticos decidem coisas que nos interessam e, só por isso, as pessoas deviam preocupar-se . Mas infelizmente não é isso que acontece".
"E os políticos", prossegue António Gavino, já reformado e que explora agora um café em Barrancos, "deviam tentar perceber melhor o interior. Deviam visitá-lo mais vezes."O desemprego e o estado da agricultura ajudam a compreender melhor os dramas de Barrancos e de muitas outras localidades do Alentejo, onde a pobreza extrema ainda se faz sentir. Sobretudo nas gerações mais idosas. "Ainda há dias, atendi no café uma pessoa que recebe 50 euros de reforma por mês. Como é que alguém pode viver com isso?"
E a comparação com as zonas de fronteira do lado da Espanha também começa a deixar marcas. "Não sei como é que eles fazem, mas aqui ao lado têm mais dinheiro. Não sei se aproveitaram melhor os dinheiros da CEE ou não, mas nota-se isso."
À porta das duas colectividades, na praça onde se matam os touros durante as festas, o número de pessoas vai aumentando, enquanto António Gavino dá outros exemplos. "Os meus fornecedores são quase todos espanhóis. Os preços são melhores e eles não falham. Se for preciso, levantam-se às 5.30 da manhã e às 7.00 já aqui estão. Os nossos aparecem ao meio-dia e a primeira coisa que fazem é ir almoçar."

(In Diário de Notícias de hoje )

10 fevereiro 2005

Um pensamento ( um intervalo na campanha )...

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Sabemos sempre quem nos fere, mas nem sempre sabemos a quem ferimos

04 fevereiro 2005

Quem quer ser Primeiro Ministro...

(parecia mesmo um novo concurso de televisão)

"A emissão do "Quem quer ser primeiro-ministro?" da SIC/RTP2 pareceu-me escorreita e bem dirigida, protagonizada por duas personagens-tipo, uma fria, mecânica, rápida, racional e assertiva (o "homem metrónomo") e outra emotiva, amorosa, naturalmente mais lenta, mas nem por isso menos convincente, sobretudo no monólogo final em que, num assomo de composição bem sucedido, comoveu. É evidente que o formato do concurso servia fundamentalmente quem estivesse bem treinado para sentir o número de segundos que há num minuto e penalizou a personagem do primeiro-ministro, que fala mais devagar e com frases mais esparramadas e que, por isso, não consegue um "score" tão elevado de palavras/minuto.

A personagem mais antipática do concurso foi Rodrigo Guedes de Carvalho, com a espástica mania de sussurrar "trinta segundos!", que acabou criando "stress" não só nos concorrentes, como no público em geral. Ainda se ele gritasse à viva voz "trinta segundos!" e assumisse, eu simpatizaria, mas aquele sussurro, aquele murmúrio como quem se desculpa de regras pelas quais não é responsável!

O grande vencedor da noite, em minha opinião, é Carlos Magno [comentador convidado do Canal 2], o eminente jornalista que "gosta muito da análise quantitativa e qualitativa". Quando, durante o intervalo do "debate", o moderador do painel de luminárias convidadas para comentá-lo, perguntou a Carlos Magno qual era a pergunta fulcral que faltava fazer aos candidatos, ele respondeu, inequívoco: "É a pergunta que responde ao vazio da totalidade dos portugueses!". A seu lado, Luís Osório - que vira o seu momento escapar -, até se encolheu. Mas tomou nota."

Luísa Costa Gomes
Escritora
Jornal Público

Eles falaram,falaram,falaram....

num debate estilo americano ( se calhar se fosse ao estilo português o "povinho" não tinha ligado para ver ) e tentaram fazer-nos acreditar que domimam os problemas e que têm soluções.
O combate ao desemprego dominou o final da primeira parte do debate. Convergiram nas preocupações, mas não acertaram agulhas nos números nem nos responsáveis pela taxa de desemprego. O líder do PS garantiu que nesta legislatura o desemprego aumentou acima da média europeia, enquanto Santana sustentou que foi no primeiro governo de Guterres que se assistiu a um maior crescimento do desemprego. Ambos querem privilegiar os jovens, nas políticas de emprego, mas quanto aos cortes na Função Pública e na sustentabilidade da Segurança Social os candidatos não se entendem. Defendem o aumento das pensões sociais mais reduzidas, mas Sócrates acusou o executivo de Santana de ter falhado na convergência das pensões com o salário mínimo nacional.
No que toca à idade da reforma, Santana disse que, no regime geral, deverá subir até aos 68 anos, tendo em conta o aumento da esperança de vida. Quanto aos funcionários públicos, o social-democrata reafirmou que os trabalhadores com menos de 35 anos deverão passar a trabalhar até aos 65 anos. Os funcionários com mais de 35 anos poderão optar por trabalhar mais cinco anos, já que o primeiro-ministro «não quer tocar nos direitos adquiridos». Sócrates preferiu não se comprometer sobre este matéria, dizendo que terá de ser feito um novo estudo para analisar a sustentabilidade da Segurança Social. No entanto, o líder do PS quis sublinhar que «é preciso evitar as reformas antecipadas». Como? «Basta não haver estímulos às reformas antecipadas».
Sócrates voltou a defender a proposta de admitir um funcionário por cada dois que abandonem a Administração Pública, tendo Santana afirmado que esta não é solução. O líder do PSD irá apostar na requalificação dos funcionários, ridicularizando as propostas de estágio apresentadas por Sócrates.
No próximo dia 20 veremos se foram eficientes a vender os seus produtos na televisão.
Veremos...

03 fevereiro 2005

Então é hoje...

O frente-a-frente televisivo desta noite entre Pedro Santana Lopes e José Sócrates está a ser encarado de forma diferente pelos dois candidatos a primeiro-ministro. Para o líder do PSD, em desvantagem em todas as sondagens, o debate representa a oportunidade de relançar a campanha e diminuir o fosso que o separa do adversário. Para o secretário-geral do PS, a prioridade é manter a vantagem que as sondagens lhe dão e, com isso, tentar dar mais um passo para a maioria absoluta.
Ganhar ou perder o debate organizado pelo Clube dos Jornalistas e pela SIC terá consequências diferentes para cada lado. Para Santana, a derrota pode hipotecar de vez uma vitória em que poucos no PSD acreditam; a vitória pode dar um suplemento de alma ao eleitorado social- -democrata. "Este debate é fundamental", reconhece um dos principais conselheiros de Santana, que aposta tudo no desempenho do seu candidato. Já para os estrategos da campanha de Sócrates, se este perder pode comprometer a maioria absoluta, se ganhar ou pelo menos aguentar pode "derrubar a última barreira" para chegar a esse objectivo, nas palavras dum colaborador do secretário-geral do PS.
O ambiente que se respira entre os apoiantes de Santana é de alguma dramatização. "Este não é só mais um debate, é um debate muito importante", afirma o secretário-geral do PSD, Miguel Relvas. Ainda assim, o vice-presidente Morais Sarmento disse ao DN que o debate "é muito importante, mas não é decisivo".
Não sei se terei paciência ( digo resistência ) para ver!!!

02 fevereiro 2005

Morreu o jornalista da BBC que escrevia o "Diário de um tumor"...

O jornalista da BBC que desde Setembro de 2002 escrevia no "site" da estação britânica sobre como vivia com um tumor no cérebro morreu na segunda-feira.
Ivan Noble, 37 anos, tinha-se despedido dos seus leitores numa última crónica publicada na quinta-feira, onde explicava: "Sabia que chegaria um momento em que não estaria suficientemente bem para continuar. Esse momento chegou. [ http://news.bbc.co.uk/] "
Esse texto, sabe-se agora, estava preparado desde o final do ano passado, porque Noble antecipou que poderia ficar demasiado doente. Nele explicou que os muitos comentários às suas crónicas que, desde o primeiro dia, lhe foram chegando, o ajudaram a sobreviver.
E, de facto, o "Diário de um tumor" de Ivan Noble foi seguido por muitos - cada novo artigo era lido por entre sete e 12 mil pessoas - e era debatido um blogues e fóruns de todo o mundo. Um dos seus objectivos era provar que é possível "não ser esmagado" pelo cancro. Na última página do seu testemunho sublinhou que não se sentia derrotado.
O enredo começa no ano de 2002 - o mais intenso da sua vida, como um dia explicou: foi pai pela primeira vez em Janeiro, em Agosto diagnosticaram-lhe um tumor maligno no cérebro, em Setembro começou e escrever no "site" da estação britânica o diário da sua doença, em Novembro casou-se.
Três cirurgias, a radioterapia, a quimioterapia, o nascimento de mais uma filha, os medos, os pequenos planos a curto prazo marcaram os tempos que se seguiram. De tudo Noble foi dando conta.
Os relatos deste jornalista - que descobriu que estava doente depois de ter consultado o médico na sequência de uma dor de cabeça intensa que durou ao longo de uma semana - suscitavam respostas que eram de imediato colocadas "on line" pela BBC. Ontem, uma vez mais, isso aconteceu. Mas desta vez para comentar a notícia da sua morte: "O que é que alguém pode dizer para descrever a coragem inspiradora de Ivan Noble? O seu diário é um legado de que a sua família pode orgulhar-se", escreve um leitor.
Em Novembro do ano passado, de forma "abrupta", o tumor voltou "a crescer furiosamente". No mês passado, Noble foi internado.
"A coluna do Ivan e a sua atitude foi uma inspiração para todos nós - para os seus muitos leitores à volta do mundo e para os seus colegas na BBC", declarou ontem Pete Clifton, editor da BBC News Interactive.

( In jornal Público de hoje )

31 janeiro 2005

O fim político de Santana Lopes...

- que diariamente agoniza aos nossos olhos - está a ser uma tragédia: o homem está a morrer no circo, ao estilo de sacrifício romano. Já nada lhe resta, os sucessores sucedem-se a um ritmo alucinante no PSD, perdeu o parceiro de coligação que descola a todo o vapor do mais patético primeiro-ministro que Portugal conheceu nos anos de democracia e, provavelmente, enlouqueceu.

28 janeiro 2005

Freitas do Amaral disse:

...
Finalmente, a questão do candidato a primeiro-ministro. Do eng.º José Sócrates, o País sabe que foi um bom ministro do Ambiente e revelou qualidades de firmeza perante as contestações de rua às suas políticas; do dr. Santana Lopes, o País sabe que nunca foi ministro de nada e que, nos últimos quatro meses, demonstrou diariamente que não nasceu para primeiro-ministro. Entendo, por consequência, que o eng.º Sócrates merece um crédito de confiança da parte do eleitorado – e, até, um duplo crédito, porque já provou ser bom, e porque concorre contra quem provou ser mau.
Considero, assim, que o voto necessário, no dia 20 de Fevereiro, é no PS. E vou mais longe: acho indispensável que ao PS seja concedida uma maioria absoluta – não como benesse, mas como responsabilidade.
...

Um pensamento p/ o Dr. Santana Lopes...

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" quem nasceu para lagartixa, nunca chega a jacaré"

27 janeiro 2005

O 60º aniversário de Auschwitz...

Os líderes mundiais estão hoje reunidos em Auschwitz, na Polónia, para comemorar os 60 anos da libertação do maior campo de concentração nazi pelo Exército Vermelho soviético. Dirigentes de 44 países, entre os quais os presidentes alemão, Horst Kohler, e russo, Vladimir Putin, estarão lado a lado com sobreviventes e os homens que os libertaram em 1945.
Estas cerimónias dão início a um ano de comemorações que se revestem de significado especial por constituírem uma das últimas oportunidades para reunir os escassos sobreviventes ainda vivos.
Na nossa memória ficará registado que 1,5 milhões de pessoas morreram em Auschwitz.Dois terços eram judeus.Houve 200 mil sobreiventes.
O que apredemos com o holocausto?
A Europa deve agir rapidamente para evitar que o anti-semitismo crescente dos nossos dias acabe num novo holocausto.
Esperamos para ver como será o "Programa de Educação Europeu!

26 janeiro 2005

Hoje fazemos intervalo na campanha...

pois estamos fartas dos políticos e da forma "rasca" com que tentam enganar os portuguses.

Assim ofereço-vos um poema inédito da Sophia que trará uma lufada de ar fresco a este blogue:

Naquele Tempo

Sob o caramachão de glicínia lilaz
As abelhas e eu
Tontas de perfume


Lá no alto as abelhas
Doiradas e pequenas
Não se ocupavam de mim
Iam de flor em flor
E cá em baixo eu
Sentada no banco de azulejos
Entre penumbra e luz
Flor e perfume
Tão ávida como as abelhas


Abril de 98

Sophia de Mello Breyner Andresen

25 janeiro 2005

Jorge Sampaio, o Presidente de todos os portugueses...

disse desta campanha eleitoral:

"Seria uma pena que perante os graves problemas que nos afectam, este período que por excelência deve ser um momento de confronto enérgico, mas sereno, de ideias, propostas e programas fosse mais uma vez desperdiçado em querelas e iniciativas meramente tácticas e eleitoralistas".