Outras vezes, penso...
E se eu tivesse respondido sim?
E se fosse eu hoje a teu lado?
Ainda me amarias como amas?
Ainda sentirias esses calafrios?
Essa vontade de voltar?
Este medo e ansiedade em falar?
Outras, tenho a certeza...
Que também eu me incomodo...
Que também eu invento...
esquemas...
para te voltar a amar!
Outras ainda,
recordo o teu olhar...
nas horas loucas...
de promessas não cumpridas...
por ambos...
no amor intenso...
na dor do último adeus...
na última vez...
e no gosto de despedida...
aquele sabor amargo,
das palavras que proferi,
(sem ter a certeza como saíram de mim)
aquele terrível...
Não me procures mais!
Neste momento,
Assumo apenas uma palavra,
porque o teu olhar...
espelha o meu!...
e já não sei...
como te evitar!
Digo-te ao ouvido:
Procura...
29 novembro 2003
o teu olhar
.
Hoje, quando nos cruzámos...
Quando te afastaste dela...
Para me observares melhor...
Descobri...
Se eu quisesse ter sido tua...
Se tu quisesses ter sido meu...
Não teria sido perfeito, como foi!
Obrigada pelo olhar!
Hoje, quando nos cruzámos...
Quando te afastaste dela...
Para me observares melhor...
Descobri...
Se eu quisesse ter sido tua...
Se tu quisesses ter sido meu...
Não teria sido perfeito, como foi!
Obrigada pelo olhar!
28 novembro 2003
Nota para memória futura nº 11
Recordar este tema importante: Permitir o debate público aos meus "posts", apagando-os!
Sublinhar: apagando-os!
(era o que mais faltava opinarem por dá cá aquela palha...)
Sublinhar: apagando-os!
(era o que mais faltava opinarem por dá cá aquela palha...)
Ecos da Democracia
Há uns dias atrás começaram os rumores. “Eles chegaram, eles chegaram! Vieram mais uns quantos Abruptos…”.
Nós, meninas prudentes, fomos visitar a nova vizinhança. Lemo-la do princípio ao fim. Gostámos das ideias democráticas que falavam em partilhar com os leitores, a abertura à opinião das visitas, enfim aquele leque de boas vontades próprias dos recém-chegados à Blogosfera.
No entanto, “moi” (Xocolaty da Silva) estranhei, no meio de tantas boas palavras de democracia e partilha de opinião, não haver lugar para os comentários ao “post”. Enfim, publicam-se e partilham-se as opiniões dos leitores nos comentários, não é?
Errado! Não é!
Aqui começa a nova definição de Democracia!
Escrevi ao autor do brilhante texto e expus as minhas dúvidas da seguinte forma:
“Meu Caro Senhor,
Após ler atentamente a causa que vos move, peço-lhe um esclarecimento sobre as palavras por si usadas, as quais transcrevo para mais fácil localização:
" (...) Mas ele revela também metaforicamente o objectivo que nos move, ao serviço da causa do debate democrático numa perspectiva humanista e progressista. Uma causa nossa que gostaríamos de partilhar com todos os que quiserem juntar-se a nós. Comprometemo-nos a abrir as nossas portas a todos os contributos que puderem enriquecer essa reflexão.
Acolheremos de bom grado novos participantes que compartilhem dos pressupostos e objectivos aqui enunciados. Respeitaremos os cânones mais exigentes de um espaço público de opinião. Este espaço não pretende ser uma expressão fútil de confessionalismos pessoais nem de proselitismos ideológicos ou políticos. Pretendemos privilegiar a discussão de ideias e a controvérsia dos argumentos. Discutiremos opiniões e atitudes, não atacaremos pessoas. Daremos oportunidade de resposta a quem julgue necessário ou útil usar desse direito. Queremos ser uma referência na esfera bloguística."
Permita-me estas leigas perguntas:
Se V. Exas. são tão liberais e dados a opiniões externas, porque não aceitam a opinião dos leitores nos chamados comentários ao "post"?
Haverá medo de opiniões opostas às vossas?
Haverá um lápis azul escondido algures neste blog?
(escondido sob a forma de selecção de e-mail)
Certa que devo ter entendido mal e que este nome nada tem a ver com a "Cosa Nostra", subscrevo-me.”
Mas não! Não entendi mal! O autor elucidou-me que a democracia por ele advogada era: “(…) se é que se trata de deixar on-line e em formato livre e aberto todo o tipo de mensagens, sem restrições, afirmo-lhe desde já que não é nossa intenção dar espaço de antena às manifestações de grosseria (de muitas estirpes) que abundam na net. Sei do que falo e também sei que o mesmo critério é seguido por muitos, designadamente a imprensa on-line (…)”.
Enfim, uma nova definição de Democracia! Já sabíamos que eram seres iluminados, não sabíamos era quanto. Não são novos Iluminados Abruptos! São velhos Brutos Iluminados.
No entanto, reconheço que foi uma experiência muito boa. Este Sr. ajudou-me a resolver quaisquer dúvidas que eu poderia ter sobre ele e os seus companheiros de causa.
António tinhas razão! É a “cosa nostra” que se instalou na Blogosfera. Estão mesmo deslumbrados com o protagonismo dos Blogs. A Máfia veio para impor!
Quanto a mim, faço como o meu amigo Nuno: Não volto a tocar neste assunto! Morreu na definição reinventada de Democracia, no dito por não dito...
Nós, meninas prudentes, fomos visitar a nova vizinhança. Lemo-la do princípio ao fim. Gostámos das ideias democráticas que falavam em partilhar com os leitores, a abertura à opinião das visitas, enfim aquele leque de boas vontades próprias dos recém-chegados à Blogosfera.
No entanto, “moi” (Xocolaty da Silva) estranhei, no meio de tantas boas palavras de democracia e partilha de opinião, não haver lugar para os comentários ao “post”. Enfim, publicam-se e partilham-se as opiniões dos leitores nos comentários, não é?
Errado! Não é!
Aqui começa a nova definição de Democracia!
Escrevi ao autor do brilhante texto e expus as minhas dúvidas da seguinte forma:
“Meu Caro Senhor,
Após ler atentamente a causa que vos move, peço-lhe um esclarecimento sobre as palavras por si usadas, as quais transcrevo para mais fácil localização:
" (...) Mas ele revela também metaforicamente o objectivo que nos move, ao serviço da causa do debate democrático numa perspectiva humanista e progressista. Uma causa nossa que gostaríamos de partilhar com todos os que quiserem juntar-se a nós. Comprometemo-nos a abrir as nossas portas a todos os contributos que puderem enriquecer essa reflexão.
Acolheremos de bom grado novos participantes que compartilhem dos pressupostos e objectivos aqui enunciados. Respeitaremos os cânones mais exigentes de um espaço público de opinião. Este espaço não pretende ser uma expressão fútil de confessionalismos pessoais nem de proselitismos ideológicos ou políticos. Pretendemos privilegiar a discussão de ideias e a controvérsia dos argumentos. Discutiremos opiniões e atitudes, não atacaremos pessoas. Daremos oportunidade de resposta a quem julgue necessário ou útil usar desse direito. Queremos ser uma referência na esfera bloguística."
Permita-me estas leigas perguntas:
Se V. Exas. são tão liberais e dados a opiniões externas, porque não aceitam a opinião dos leitores nos chamados comentários ao "post"?
Haverá medo de opiniões opostas às vossas?
Haverá um lápis azul escondido algures neste blog?
(escondido sob a forma de selecção de e-mail)
Certa que devo ter entendido mal e que este nome nada tem a ver com a "Cosa Nostra", subscrevo-me.”
Mas não! Não entendi mal! O autor elucidou-me que a democracia por ele advogada era: “(…) se é que se trata de deixar on-line e em formato livre e aberto todo o tipo de mensagens, sem restrições, afirmo-lhe desde já que não é nossa intenção dar espaço de antena às manifestações de grosseria (de muitas estirpes) que abundam na net. Sei do que falo e também sei que o mesmo critério é seguido por muitos, designadamente a imprensa on-line (…)”.
Enfim, uma nova definição de Democracia! Já sabíamos que eram seres iluminados, não sabíamos era quanto. Não são novos Iluminados Abruptos! São velhos Brutos Iluminados.
No entanto, reconheço que foi uma experiência muito boa. Este Sr. ajudou-me a resolver quaisquer dúvidas que eu poderia ter sobre ele e os seus companheiros de causa.
António tinhas razão! É a “cosa nostra” que se instalou na Blogosfera. Estão mesmo deslumbrados com o protagonismo dos Blogs. A Máfia veio para impor!
Quanto a mim, faço como o meu amigo Nuno: Não volto a tocar neste assunto! Morreu na definição reinventada de Democracia, no dito por não dito...
INSÓNIAS
.
Tenho más notícias para quem tem por hábito fazer noitadas.
Acabei de ler na revista SOS Saúde:
" Sabia que o reflexo de uma noite mal dormida ultrapassa em muito o aumento do cansaço? Na verdade, segundo uma equipa de cientistas canadianos, após uma insónia o indivíduo encontra-se mais vulnerável ao stess, reage pior a pequenas adversidades, denota incapacidade de «desligar» relativamente a acontecimentos do dia anterior e apresenta-se hiperactivo ( no mau sentido claro ). Para piorar mais o quadro, tende a encarar a vida de forma emocional e negativa, e não recorre a estratégias racionais que possam, de facto, ajudá-lo a resolver os problemas. O melhor mesmo é...dormir."
Um conselho de amiga, aproveitem o fim-de-semana grande e durmam.
Tenho más notícias para quem tem por hábito fazer noitadas.
Acabei de ler na revista SOS Saúde:
" Sabia que o reflexo de uma noite mal dormida ultrapassa em muito o aumento do cansaço? Na verdade, segundo uma equipa de cientistas canadianos, após uma insónia o indivíduo encontra-se mais vulnerável ao stess, reage pior a pequenas adversidades, denota incapacidade de «desligar» relativamente a acontecimentos do dia anterior e apresenta-se hiperactivo ( no mau sentido claro ). Para piorar mais o quadro, tende a encarar a vida de forma emocional e negativa, e não recorre a estratégias racionais que possam, de facto, ajudá-lo a resolver os problemas. O melhor mesmo é...dormir."
Um conselho de amiga, aproveitem o fim-de-semana grande e durmam.
Ecos da Democracia... (em estruturação)
Ao final da tarde, teremos um fenomenal "post" sobre o novo conceito de Democracia, na Blogosfera.
A Máfia conhecida por Cosa Nostra, El Polvo e na Blogosfera por Causa Nossa reinventou o conceito Democracia e Liberdade de Opinião.
Não perca...um exclusivo Frutó Xocolaty 250 anos a pensar em si!
A Máfia conhecida por Cosa Nostra, El Polvo e na Blogosfera por Causa Nossa reinventou o conceito Democracia e Liberdade de Opinião.
Não perca...um exclusivo Frutó Xocolaty 250 anos a pensar em si!
27 novembro 2003
Não é nota...é teste!
.
Pasmem-se os que me consideravam calma e normal...
Se eu fosse uma criminosa, quem seria eu?
Marquês de Sade, claro!
Não me perguntem porquê! Eu também não sei.
Cá vai a verdade nua e crua:

You are the Marquis Da Sade. Even stripped of
exaggerations, Your real life was as dramatic
and as tragic as a cautionary tale. Born to an
ancient and noble house, you were married
(against your wishes) to a middle-class heiress
for money, caused scandals with prostitutes and
with your sister-in-law, thus enraging your
mother-in-law, who had you imprisoned under a
lettre de cachet for 14 years until the
Revolution freed you. Amphibian, protean,
charming, you became a Revolutionary,
miraculously escaping the guillotine during the
Terror, only to be arrested later for
publishing your erotic novels. You spent your
final 12 years in the insane asylum at
Charenton, where you caused another scandal by
directing plays using inmates and professional
actors. You died there in 1814, virtually in
the arms of your teenage mistress.
You are a revolutionary deviant. I applaud you.
Which Imfamous criminal are you?
brought to you by Quizilla
Pasmem-se os que me consideravam calma e normal...
Se eu fosse uma criminosa, quem seria eu?
Marquês de Sade, claro!
Não me perguntem porquê! Eu também não sei.
Cá vai a verdade nua e crua:

You are the Marquis Da Sade. Even stripped of
exaggerations, Your real life was as dramatic
and as tragic as a cautionary tale. Born to an
ancient and noble house, you were married
(against your wishes) to a middle-class heiress
for money, caused scandals with prostitutes and
with your sister-in-law, thus enraging your
mother-in-law, who had you imprisoned under a
lettre de cachet for 14 years until the
Revolution freed you. Amphibian, protean,
charming, you became a Revolutionary,
miraculously escaping the guillotine during the
Terror, only to be arrested later for
publishing your erotic novels. You spent your
final 12 years in the insane asylum at
Charenton, where you caused another scandal by
directing plays using inmates and professional
actors. You died there in 1814, virtually in
the arms of your teenage mistress.
You are a revolutionary deviant. I applaud you.
Which Imfamous criminal are you?
brought to you by Quizilla
Nota para memória futura nº 9
Leite
Ovos
Pasta de Dentes...
...
...
Ohhh, desculpem... estavam ai?
Perdão!
Com licença!
Ovos
Pasta de Dentes...
...
...
Ohhh, desculpem... estavam ai?
Perdão!
Com licença!
Nota para memória futura nº 8
E o Gastão?
Nunca mais vi o Gastão? Ou vi?...
Perguntar ao Berro, no próximo pesadelo, pelo Gastão!
Nunca mais vi o Gastão? Ou vi?...
Perguntar ao Berro, no próximo pesadelo, pelo Gastão!
Nota para memória futura nº 7
RECORDAR: Perguntar na redacção quem é a Ginja?
Quando ela vem cá?
Gostava de a conhecer!
RECORDAR (em maiúsculas) Gostava de conhecer a Ginja!!!
Quando ela vem cá?
Gostava de a conhecer!
RECORDAR (em maiúsculas) Gostava de conhecer a Ginja!!!
Da Condição Humana
"
Todos sofremos.
O mesmo ferro oculto
Nos rasga e nos estilhaça a carne exposta.
O mesmo sal que nos queima os olhos vivos.
Em todos dorme
A humanidade que nos foi imposta.
Onde nos encontramos, divergimos.
É por sermos iguais que nos esquecemos
Que foi do mesmo sangue,
Que foi do mesmo ventre que surgimos."
Ary dos Santos, A Liturgia do Sangue, 1963
(Este dedico-o à querida Melancia e ao pai dela. Dedico-o também à Xocolaty, como forma de resposta às várias perguntas no lindo post sobre a Palestina. Dedico-o também a todos os que sofrem com a crueldade da diferença!)
Todos sofremos.
O mesmo ferro oculto
Nos rasga e nos estilhaça a carne exposta.
O mesmo sal que nos queima os olhos vivos.
Em todos dorme
A humanidade que nos foi imposta.
Onde nos encontramos, divergimos.
É por sermos iguais que nos esquecemos
Que foi do mesmo sangue,
Que foi do mesmo ventre que surgimos."
Ary dos Santos, A Liturgia do Sangue, 1963
(Este dedico-o à querida Melancia e ao pai dela. Dedico-o também à Xocolaty, como forma de resposta às várias perguntas no lindo post sobre a Palestina. Dedico-o também a todos os que sofrem com a crueldade da diferença!)
sentimento de orfandade
.
Velho!
andar vacilante,
sorriso bondoso,
mãos trémulas e
voz doce,
respiração sibilante.
Velho!
generoso,
alegre,
jovial
e bom.
Meu pai, perdi-te.
A tua falta doi-me.
Fiquei mais só...
Velho!
andar vacilante,
sorriso bondoso,
mãos trémulas e
voz doce,
respiração sibilante.
Velho!
generoso,
alegre,
jovial
e bom.
Meu pai, perdi-te.
A tua falta doi-me.
Fiquei mais só...
Israel e Palestina
(a opinião de uma comum cidadã portuguesa)
Tenho por hábito, quando falo ou escrevo sobre qualquer assunto polémico, colocar-me no “corpo” de ambas as partes do litígio e imaginar a seguinte pergunta: Se fosse eu, o que faria?
Aprendi na vida a não julgar ninguém pela raça, credo religioso ou perfilhação política, assim como pelo corpo, nível social e nível intelectual. Os estereótipos conduzem-nos em erro. Não posso dizer que “todos os negros cheiram mal”, “todos os ciganos são ladrões”, ou “todos os árabes são terroristas”.
Aprendi que há sempre uma causa que despoleta um acontecimento. Há sempre uma razão para todas as coisas da vida. Há pessoas boas e más no mundo e não me cabe a mim julgar ninguém só por ser diferente. Não posso julgar o mundo pelos meus olhos, tenho de analisar pelas circunstâncias.
Os judeus fugidos a Hitler, ocuparam um território que lhes foi oferecido, cresceram e alargaram fronteiras para países vizinhos. Com o apoio dos Estados Unidos e do Reino Unido, formou-se Israel à custa de muito sangue (estamos a falar de uma história recente).
Considero os crimes cometidos contra o povo judeu, na 2ª Guerra Mundial, horrendos e dói-me pôr-me no lugar dos alemães, judeus, que foram expulsos do próprio País, perseguidos, calados, escondidos, violados, explorados apenas por serem diferentes. Apenas por serem cultos, terem uma religião diferente e serem profissionalmente bem sucedidos.
No entanto, oferecer a estas vítimas de guerra um território para aí nascer um novo País, não terá sido uma atitude inteligente. Pois, onde começou a liberdade do povo judeu, morreu a liberdade do povo palestiniano. Morreu a Palestina, com o subsídio dos milionários americanos e ingleses, de credo hebraico. A partir daqui, tudo o que se passa deixa de pertencer ao senso comum, deixa de pertencer às ideias ocidentais de liberdade das nações e dos povos, da racionalidade que nós, seres ditos evoluídos, apregoamos aos quatro ventos.
Como posso eu dizer que acredito na liberdade e afirmar que Israel é vítima dos muçulmanos? Seria o mesmo que dizer que Espanha é livre de invadir Portugal, porque se somos governados por imbecis, ao menos os espanhóis tratariam de nós!
Seria o mesmo que dizer que os “Skinheads” fazem bem em perseguir todos os que não são brancos. Ou dizer que o Klu Klux Klan teve um papel democratizante na história dos Estados Unidos. Como posso defender quem usa tanques para atacar quem usa pedras? No entanto, todos matam. Sim, ambos os lados usam da violência para defender uma causa própria.
De qualquer forma, imagino-me no seguinte panorama, quando penso no conflito Israel-Palestina: Espanha invade Portugal (são mais amigos dos americanos e têm o apoio deles para nos invadirem, pois os E.U.A. pensam que a nossa capital é Madrid e tudo em prol do fortalecimento económico português…). Portugal passa a ser mais uma província de Espanha. Já aconteceu, sabiam? Lembram-se das várias invasões da História?
Imagino-me, de um momento para o outro, sem o meu País. Deixo de ser portuguesa e os espanhóis decidem sobre a minha vida, o meu futuro e o futuro dos meus descendentes. Digo-vos, numa situação extrema destas, de pura sobrevivência e sendo contra a violência, possivelmente poderia ser uma mulher-bomba! Teria mais alguma coisa a perder? No desespero, a vida não vale nada!
Se passar este cenário para a península ibérica, digam-me quantos de vós lutariam pelo vosso País? Certamente que o mesmo número que lutou pela independência de Portugal aquando da governação filipina, ou mais!
Neste cenário, entendo os palestinianos que não aceitam a perda da nacionalidade, a perda da cultura, a perda da liberdade como nação.
No entanto, nesta fase dos acontecimentos e, por culpa dos ditos libertadores do mundo, o caos instalou-se. Já ninguém se recorda como surgiu Israel, como alargou as suas fronteiras. Porque, os palestinianos já têm acesso a bombas. Já respondem com a mesma moeda!
Sempre que se recorre à violência, perde-se a razão. Sabem a quem dou razão neste cenário? À Paz, à Liberdade! Nenhum dos lados deve recorrer à violência!
Neste momento, não há paz possível para aquele canto do mundo. Uns porque se recusam a devolver o País que ergueram, outros porque se recusam a entregar a terra dos seus antepassados, todos têm razão. A culpa já não é de ninguém. As coisas descontrolaram-se. Todos têm razão e todos são culpados.
Morrem pessoas, destroem-se vidas...por um Deus e em pleno século XXI. Estará certo?
Tenho por hábito, quando falo ou escrevo sobre qualquer assunto polémico, colocar-me no “corpo” de ambas as partes do litígio e imaginar a seguinte pergunta: Se fosse eu, o que faria?
Aprendi na vida a não julgar ninguém pela raça, credo religioso ou perfilhação política, assim como pelo corpo, nível social e nível intelectual. Os estereótipos conduzem-nos em erro. Não posso dizer que “todos os negros cheiram mal”, “todos os ciganos são ladrões”, ou “todos os árabes são terroristas”.
Aprendi que há sempre uma causa que despoleta um acontecimento. Há sempre uma razão para todas as coisas da vida. Há pessoas boas e más no mundo e não me cabe a mim julgar ninguém só por ser diferente. Não posso julgar o mundo pelos meus olhos, tenho de analisar pelas circunstâncias.
Os judeus fugidos a Hitler, ocuparam um território que lhes foi oferecido, cresceram e alargaram fronteiras para países vizinhos. Com o apoio dos Estados Unidos e do Reino Unido, formou-se Israel à custa de muito sangue (estamos a falar de uma história recente).
Considero os crimes cometidos contra o povo judeu, na 2ª Guerra Mundial, horrendos e dói-me pôr-me no lugar dos alemães, judeus, que foram expulsos do próprio País, perseguidos, calados, escondidos, violados, explorados apenas por serem diferentes. Apenas por serem cultos, terem uma religião diferente e serem profissionalmente bem sucedidos.
No entanto, oferecer a estas vítimas de guerra um território para aí nascer um novo País, não terá sido uma atitude inteligente. Pois, onde começou a liberdade do povo judeu, morreu a liberdade do povo palestiniano. Morreu a Palestina, com o subsídio dos milionários americanos e ingleses, de credo hebraico. A partir daqui, tudo o que se passa deixa de pertencer ao senso comum, deixa de pertencer às ideias ocidentais de liberdade das nações e dos povos, da racionalidade que nós, seres ditos evoluídos, apregoamos aos quatro ventos.
Como posso eu dizer que acredito na liberdade e afirmar que Israel é vítima dos muçulmanos? Seria o mesmo que dizer que Espanha é livre de invadir Portugal, porque se somos governados por imbecis, ao menos os espanhóis tratariam de nós!
Seria o mesmo que dizer que os “Skinheads” fazem bem em perseguir todos os que não são brancos. Ou dizer que o Klu Klux Klan teve um papel democratizante na história dos Estados Unidos. Como posso defender quem usa tanques para atacar quem usa pedras? No entanto, todos matam. Sim, ambos os lados usam da violência para defender uma causa própria.
De qualquer forma, imagino-me no seguinte panorama, quando penso no conflito Israel-Palestina: Espanha invade Portugal (são mais amigos dos americanos e têm o apoio deles para nos invadirem, pois os E.U.A. pensam que a nossa capital é Madrid e tudo em prol do fortalecimento económico português…). Portugal passa a ser mais uma província de Espanha. Já aconteceu, sabiam? Lembram-se das várias invasões da História?
Imagino-me, de um momento para o outro, sem o meu País. Deixo de ser portuguesa e os espanhóis decidem sobre a minha vida, o meu futuro e o futuro dos meus descendentes. Digo-vos, numa situação extrema destas, de pura sobrevivência e sendo contra a violência, possivelmente poderia ser uma mulher-bomba! Teria mais alguma coisa a perder? No desespero, a vida não vale nada!
Se passar este cenário para a península ibérica, digam-me quantos de vós lutariam pelo vosso País? Certamente que o mesmo número que lutou pela independência de Portugal aquando da governação filipina, ou mais!
Neste cenário, entendo os palestinianos que não aceitam a perda da nacionalidade, a perda da cultura, a perda da liberdade como nação.
No entanto, nesta fase dos acontecimentos e, por culpa dos ditos libertadores do mundo, o caos instalou-se. Já ninguém se recorda como surgiu Israel, como alargou as suas fronteiras. Porque, os palestinianos já têm acesso a bombas. Já respondem com a mesma moeda!
Sempre que se recorre à violência, perde-se a razão. Sabem a quem dou razão neste cenário? À Paz, à Liberdade! Nenhum dos lados deve recorrer à violência!
Neste momento, não há paz possível para aquele canto do mundo. Uns porque se recusam a devolver o País que ergueram, outros porque se recusam a entregar a terra dos seus antepassados, todos têm razão. A culpa já não é de ninguém. As coisas descontrolaram-se. Todos têm razão e todos são culpados.
Morrem pessoas, destroem-se vidas...por um Deus e em pleno século XXI. Estará certo?
um poema de Pessoa para nós
.
Se eu pudesse trincar a terra toda
E sentir-lhe um paladar,
Seria mais feliz um momento...
Mas eu nem sempre quero ser feliz.
É preciso ser de vez em quando infeliz
Para se poder ser natural...
Nem tudo é dias de Sol,
E a chuva, quando falta muito, pede-se
Por isso tomo a infelicidade com a felicidade
Naturalmente, como quem não estranha
Que haja montanhas e planícies
E que haja rochedos e erva...
O que é preciso é ser-se natural e calmo
Na felicidade ou na infelicidade,
Sentir como quem olha,
Pensar como quem anda,
E quando se vai morrer, lembrar-se de que o dia morre,
E que o poente é belo e é bela a noite que fica...
Assim é e assim seja
Fernando Pessoa
Se eu pudesse trincar a terra toda
E sentir-lhe um paladar,
Seria mais feliz um momento...
Mas eu nem sempre quero ser feliz.
É preciso ser de vez em quando infeliz
Para se poder ser natural...
Nem tudo é dias de Sol,
E a chuva, quando falta muito, pede-se
Por isso tomo a infelicidade com a felicidade
Naturalmente, como quem não estranha
Que haja montanhas e planícies
E que haja rochedos e erva...
O que é preciso é ser-se natural e calmo
Na felicidade ou na infelicidade,
Sentir como quem olha,
Pensar como quem anda,
E quando se vai morrer, lembrar-se de que o dia morre,
E que o poente é belo e é bela a noite que fica...
Assim é e assim seja
Fernando Pessoa
Esta não é uma nota...
...é um desabafo. Não tem número mas serve para memória futura!
Não quero que volte a acontecer!
Tive um pesadelo horrível esta noite.
Sonhei com o cú do Berro Rodrigues. Tinha uma boca enorme (igual à do próprio), mas no traseiro. Na nádega esquerda!
...e levou a noite toda a correr atrás de mim! Queria comer-me e dizia:
- Fugiste do Carrilho mas eu apanho-te!
Agora imaginem aquele cú grande, espalmado e gordo com uma boca de "Cachucho" na nádega esquerda a correr atrás de vocês. Foi horrível!
Não quero que volte a acontecer!
Tive um pesadelo horrível esta noite.
Sonhei com o cú do Berro Rodrigues. Tinha uma boca enorme (igual à do próprio), mas no traseiro. Na nádega esquerda!
...e levou a noite toda a correr atrás de mim! Queria comer-me e dizia:
- Fugiste do Carrilho mas eu apanho-te!
Agora imaginem aquele cú grande, espalmado e gordo com uma boca de "Cachucho" na nádega esquerda a correr atrás de vocês. Foi horrível!
Mais um...e vão três
Chamemos-lhe o Grupo Clone - S.G.P.S., S.A.. Já tem mais uma associada.
A nova aquisição chama-se Procuro Bigode e adivinhem quem é a clonada?
Pois é, mas mais uma vez o clone supera o original. Excelente cópia. Excelente humor. Acho que vou investir nestas Blogshares!
E não é o sonho de todas nós, ter um bigode farfalhudo que nos faça umas cócegas e nos liberte umas gargalhadas?
A nova aquisição chama-se Procuro Bigode e adivinhem quem é a clonada?
Pois é, mas mais uma vez o clone supera o original. Excelente cópia. Excelente humor. Acho que vou investir nestas Blogshares!
E não é o sonho de todas nós, ter um bigode farfalhudo que nos faça umas cócegas e nos liberte umas gargalhadas?
26 novembro 2003
Nota para memória futura nº 6
Registar "O cúmulo do Terror Erótico" (se é que isto existe):
Ter um sonho erótico com o Manuel Maria Carrilho e juntos percorrermos o Kamasutra de lés a lés!
(Obrigada pelos comprimidos)
Ter um sonho erótico com o Manuel Maria Carrilho e juntos percorrermos o Kamasutra de lés a lés!
(Obrigada pelos comprimidos)
"Em geral não reajo, ajo"
Foi esta frase, em jeito de título, que me brindou após quatro longos segundos de expectativa, roendo o novo verniz vermelho que levo ao casamento da Dondy, este domingo.
Então o Manuel Maria Carrilho tinha uma página na net e ninguém me dizia nada? Vocês, leitores ingratos, estão DESPEDIDOS!
Então o Nelinho tinha uma página, com uma entrada triunfal destas e ninguém me dizia nada?
Não vos perdoo!
Estou com medo de abrir o resto da página...não se vão já embora! Fiquem, não quero abrir sozinha! Tenho medo de ser comida. Ele não reage, age!
Ele MORDE!
Vá...mais três segundos e já podem sair. Um momento...momentitoooo........ "et voilá"!!!!
Uiii...que excitação, o nome anda sozinho...percorre numa correria louca o rectângulo...e pisca e foge!
Zás... as fotos do jovem! Lindooooo!
Não vejo mais ou a Bárbara bate-me!
E agora cá vai:
Eu quero, aliás, eu EXIJO um site só para mim! Já o imagino rosa, azul celeste, amarelo, laranja, verde alface...e todas as cores do arco-íris, com um título em néon a brilhar e a piscar:
Xocolaty, derreto-me na boca e também nas mãos!
ou,
Xocolaty, sou a força do teu desejo!
Está decidido!
Fãs, ergam-me um site!
Então o Manuel Maria Carrilho tinha uma página na net e ninguém me dizia nada? Vocês, leitores ingratos, estão DESPEDIDOS!
Então o Nelinho tinha uma página, com uma entrada triunfal destas e ninguém me dizia nada?
Não vos perdoo!
Estou com medo de abrir o resto da página...não se vão já embora! Fiquem, não quero abrir sozinha! Tenho medo de ser comida. Ele não reage, age!
Ele MORDE!
Vá...mais três segundos e já podem sair. Um momento...momentitoooo........ "et voilá"!!!!
Uiii...que excitação, o nome anda sozinho...percorre numa correria louca o rectângulo...e pisca e foge!
Zás... as fotos do jovem! Lindooooo!
Não vejo mais ou a Bárbara bate-me!
E agora cá vai:
Eu quero, aliás, eu EXIJO um site só para mim! Já o imagino rosa, azul celeste, amarelo, laranja, verde alface...e todas as cores do arco-íris, com um título em néon a brilhar e a piscar:
Xocolaty, derreto-me na boca e também nas mãos!
ou,
Xocolaty, sou a força do teu desejo!
Está decidido!
Fãs, ergam-me um site!
Não é nota, ...
... mas pode servir para memória futura. Também não tem número!
SILÊNCIO, por favor...
Alguém me arranja uns comprimidozitos para a memória?
Hoje isto está mal!
E um cigarrito, também se arranja?
Está mesmo mal, sabem...
SILÊNCIO, por favor...
Alguém me arranja uns comprimidozitos para a memória?
Hoje isto está mal!
E um cigarrito, também se arranja?
Está mesmo mal, sabem...
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